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Nota de pesar - 500 mil mortos pela COVID-19

Neste sábado, 19/06, chegamos à triste marca de 500 mil brasileiras e brasileiros mortos por conta da pandemia de Covid-19. Esse número supera, de longe, grandes tragédias da história da humanidade, como a bomba de Hiroshima (1945), onde 200 mil pessoas morreram, e o terremoto do Haiti (2010), fato que tirou a vida de 300 mil haitianos.


Não estamos aqui por acaso, isso é fruto de um projeto, muito bem orquestrado pelo presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido), que possui a morte do povo trabalhador, pobre e periférico como seu principal objetivo.


Desde o início da pandemia no Brasil o presidente vem, constantemente, minimizando a periculosidade da doença, chamando-a de "gripezinha" em rede nacional de rádio e televisão durante um pronunciamento oficial do governo (24/03/2020), promovendo medicamentos, como a hidroxicloroquina, a cloroquina e ivermectina, que não possuem comprovação científica de eficácia no combate a covid-19, realizando, e incentivando, aglomerações em todas as regiões do país, criticando o uso de máscaras e outros métodos de proteção.


Em 2021, já morreram mais pessoas que no ano passado inteiro (305.000), de uma doença para a qual existem vacinas para proteção da população. O governo federal vem agindo de forma a boicotar uma campanha nacional de vacinação, não utilizando a capilaridade do Sistema Único de Saúde, criando atritos com países que produzem Insumos Farmacêuticos Ativos, responsáveis pela produção dos imunizantes, induzindo parte do povo a não se vacinar, além de não responder 101 e-mails, da empresa Pfizer, que tinham a finalidade de negociar 70 milhões de vacinas.


Este período ficará marcado na história do Brasil pela realização de um projeto genocida, que infelizmente está longe de ter um fim. As mortes só cairão com a retirada de Jair Bolsonaro, General Hamilton Mourão e todo esse governo. Precisamos lutar cada dia mais para que isso ocorra.


Nos solidarizamos às famílias dessas vítimas, que possam encontrar conforto nesse momento difícil.


Executiva Nacional dos Estudantes de Geologia

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